Na estação de Porte Maillot
pegamos um metro até à estação Pigalle, que era próxima do nosso hotel. O
bilhete que escolhemos era com 10 passes e custava 12,70 euros. Durante os 5
dias que ficamos em Paris compramos 3 vezes esse passe, ou seja, que deu
direito a 30 viagens de metro. Isso para duas pessoas.
Há outros tipos de bilhete, como um
que você faz viagens sem limite e custa 9,75 euros por dia. Cada pessoa tem que
fazer um estudo para saber o que vale mais a pena. Se você gosta de andar (e é
o que eu mais gosto de fazer nas viagens) talvez você use pouco o metro, logo,
vale mais ter os bilhetes avulsos. O site oficial do metro de Paris é: http://www.ratp.fr/.
Tem gente que torce o nariz para
o metro, mas em Paris, além de eficientes, as estações são pontos turísticos
imperdíveis, parecem até museus abertos.
Ficamos no Hotel Du Moulin (site
oficial: http://www.hotel-du-moulin-paris.com/),
bem simples, mas o suficiente para quem vai usar o hotel só para dormir. O
preço é bom, o hotel é limpo e o pessoal bem simpático. Além disso, o melhor é
a localização, fica no bairro Montmartre, perto de mercadinhos, restaurantes,
lanchonetes e de duas estações de metro: Pigalle e Abesses.
Na verdade, não fizemos a reserva
pelo site oficial, utilizamos o site www.booking.com,
pois lá há comentários de outros hóspedes, pontuação, fotos e às vezes
promoções.
Depois de deixarmos as malas no
hotel, pegamos um metrô e descemos na Praça
do Trocadero e do Onze de Novembro[1],
que se abre pela Esplanada dos Direitos Humanos e de onde fomos surpreendidos
com a impressionante e maravilhosa vista da Torre Eiffel (lá é um dos melhores
lugares para tirar fotos da torre).
O Onze de Novembro é uma data
muito importante para a França (e outros países também), pois comemora o Dia do
Armistício[2], quando
foi assinado, em 1918, o tratado que pôs fim às hostilidades entre os países na
Primeira Guerra Mundial. Na Praça do Trocadero é possível ver algumas memórias
da guerra.
No topo da colina, o Palais de Chaillot[3]
- construído para a Exposição Internacional de Paris de 1937 – abriga o Museu do Homem, o Museu da Marinha, o museu Cidade
da Arquitetura e do Patrimônio e o Teatro Nacional de Chaillot.
Foi no Palácio de Chaillot que,
em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração
Universal dos Direitos Humanos.
Praça do Trocadero
Museu do Homem e da
Marinha
Museu do Homem e da
Marinha
Torre Eiffel vista da
Praça do Trocadero
Palais de Chaillot
visto dos Jardins do Trocadero
Depois de tirarmos um zilhão de
fotos da Torre Eiffel, descemos pelo Jardim
do Trocadero, que, com sua Fonte de
Varsóvia com vinte canhões de água, forma uma linda cascata.
Jardim do Trocadero
Jardim do Trocadero
Jardim do Trocadero
De lá passamos pelo rio Sena e
fomos dar olhadinha na Torre Eiffel, como já estava escurecendo e não sabíamos
se queríamos ver a vista durante o dia ou à noite, decidimos voltar outro dia.
Seguimos pelo Campo de Marte[4]
(Champ de Mars), cujo nome é em homenagem ao deus romano da guerra. Era
utilizado pelo exercito francês como campo de treinamento. Possui 24,5 hectares
e de lá se tem uma bela vista da Torre Eiffel também. Já foi palco do Massacre do Campo de Marte, quando 50
pessoas morreram pelas mãos da guarda nacional, que ateou fogo contra a
multidão que pedia a remoção do rei Luís XVI.
Confesso que quando estávamos
passeando pelo Campo de Marte eu falei para o meu esposo: “isso aqui deve ser
bonito no verão, não é, Rô”? J
Rio Sena
Rio Sena e a Torre
Eiffel
Torrei Eiffel
Campo de Marte
À noite fomos dar uma voltinha na
Galeries Lafayette... Mas não compramos
nada porque mochileiro vê com os olhos e lambe com a testa!!! Valeu a visita
mesmo assim porque é muito bonita. O teto ficava até mudando de cor, o que
deixou a menina do interior aqui boba quando percebeu isso... (hehehe)
Galeries Lafayette
Galeries Lafayette
Galeries Lafayette
Galeries Lafayette
Estação Gare Du Nord
Estação Gare Du Nord
Depois de tomarmos café pegamos
um metro para a Praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo.
O Arc de Triomphe[5]
foi construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte.
Aliás, foi ele próprio, quando era imperador, que ordenou sua construção, em
1806. Na obra, que levou 30 anos para ter seus 50 metros de altura prontos,
estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais.
A fachada leste retrata a partida
e a oeste o retorno das tropas imperiais. Em um dos relevos está O Triunfo de Napoleão, em que ele é
coroado pela Vitória e reverenciado
pela extinta Monarquia, representando
a paz e conquista napoleônica obtidos com o Tratado de Viena[6] de 1809.
Sob o arco está o Túmulo do Soldado Desconhecido, em
homenagem a todos os soldados que morreram na Primeira Grande Guerra. Na lápide
está escrito "Ici repose un soldat français mort pour la France
(1914-1918)" – “Aqui jaz um soldado francês que morreu pela França
(1914-1918)”.
Do arco nascem 12 avenidas,
inclusive a Champs Elysées. Para subir e ver a vista custa 8 euros (site
oficial: http://www.arcdetriompheparis.com/).
Nós compramos um passe, o Paris Museum
Pass, que custou 39 euros para dois dias. Com ele pudemos entrar em vários
museus, inclusive sem pegar fila. Valeu muito a pena, o site oficial é: http://www.parismuseumpass.com/.
Bom, voltando à parte da subida.
Na noite anterior meu joelho tinha dado uma fisgada das boas e a subida não foi
legal. Meu joelho só sarou mesmo uns 15 dias depois, quando chegamos em casa...
Fui muito “macho” nessa viagem haha!
Arco do Triunfo
Do lado esquerdo da
foto está o Triunfo de Napoleão, no Arco do Triunfo
Túmulo do soldado
desconhecido, no Arco do Triunfo
Escadinha amiga para
ver a vista do Arco do Triunfo
De lá seguimos pela Champs Elysées[7],
cheia de lojas luxuosas, cafés, cinemas etc. Eu esperava mais glamour de “la plus belle avenue du monde” (“a
avenida mais bela do mundo”)... Se calhar é mais bonita no verão...
No filme Meia Noite em Paris, o Gil (Owen Wilson) sempre diz que Paris é
ainda mais bonita quando está chovendo... eu amei Paris, mas torci tanto pra
sair um solzinho porque eu só vi mesmo foi a visão do Gil.
Champs Elysées, vista
do Arco do Triunfo
Champs Elysées, vista
da praça Charles de Gaulle
Champs Elysées
Champs Elysées
Champs Elysées
Vai encarar esse
amigo passeando ao seu lado na Champs Elysées?
Andamos toda a Avenida dos Campos
Elíseos. Ao final, chegamos até a Praça
da Concórdia[8],
que foi palco de grandes acontecimentos da história da França.
A princípio se chamava Praça Luis
XV, mas foi rebatizada de Praça da Revolução, durante a Revolução Francesa[9], e mais
tarde para Praça da Concórdia. Nela foram guilhotinas mais de
mil pessoas, entre elas o rei Luís XVI, Maria Antonieta e Ropespierre.
Em 1836, o Obelisco de Luxor, que
marcava a entrada do Palácio de Ramsés II, foi trazido do Egito para a França.
Foi um oferecimento do governo egípcio em agradecimento aos trabalhos realizados
pelo francês Champollion, primeiro tradutor dos hieróglifos. Foi colocado na
Praça da Concórdia porque não lembraria nenhum acontecimento político. Com 23
metros de altura, o Obelisco de Luxor[10]
tem mais de 3300 anos e pesa 230 toneladas.
Na praça há ainda duas fontes,
uma de cada lado do obelisco: a Fonte dos
Mares e a Fonte dos Rios. Em cada
canto da praça há também uma estátua representando cidades francesas.
Praça da Concórdia
Obelisco de Luxor na
Praça da Concórdia
Fonte dos Mares na Praça
da Concórdia
Da Praça da Concórdia se vê a Igreja de la Madeleine, que impressiona
pela grandiosidade da arquitetura, tanto por fora como por dentro.
Igreja de la
Madeleine
Igreja de la
Madeleine
De lá pegamos um metrô rumo ao Pantheon[11],
onde estão sepultados grandes nomes da história francesa, como Jean-Jacques
Rousseau, Marie Curie e seu marido Pierre Curie, René Descartes, Victor Hugo e
Voltaire.
O ingresso custa 7 euros (site oficial:
http://www.pantheonparis.com/), mas
como tínhamos o Museum Pass não precisamos pagar.
Pantheon
Pantheon
Sepultura Voltaire,
Pantheon
Sepultura Victor
Hugo, Pantheon
Sepultura Rousseau,
Pantheon
Pegamos um metrô e fomos para o Museu d’Orsay[12], cujo
edifício já foi uma estação ferroviária, a Gare d’Orsay, que deixou uma bela
recordação: o relógio. O museu possui pinturas e esculturas de artistas como Edgar
Degas, Delacroix, Van Gogh, Manet, Monet, Renoir, Rodin e muitos outros.
O ingresso custa 9 euros, mas o
museu também faz parte do Museum Pass. Site oficial: http://www.musee-orsay.fr/.
Museu d’Orsay
Outro relógio do
museu, como vista para o rio Sena
Passeamos pelo Jardim des Tuileries que era ali perto
e seguimos (de metrô) para o Pompidou.
Jardim des Tuileries
O Centro Nacional de Arte e cultura Georges Pompidou[13]
foi fundado em 1977 e abriga museus, teatros, biblioteca etc. As exposições são
de arte contemporânea.
Existem vários tipos de ingresso
(site oficial: http://www.centrepompidou.fr/),
para coleções permanentes e especiais. Quando fomos estava tendo uma exposição
especial do Salvador Dalí, mas o Museum Pass só permitia acesso à coleção
permanente.
Não sei se estávamos cansados,
com fome, sei lá o que... Mas na hora achamos besteira pagar mais 13 euros cada
para ver a exposição. Depois nos arrependemos tanto, mas já era tarde demais... Arrependemos-nos na terça-feira e o Pompidou não abre às terças... Mancada
nossa. Foi mal, Dalíííí!
Visitamos a exposição permanente
e depois paramos pra tomar um café...
Pompidou
Pompidou
Pompidou
Energias recarregadas (mais ou
menos!), como estávamos perto do Louvre, resolvemos ir até lá a pé para tirar
umas fotos à noite.
Estava um frio tão grande e minha
perna doía tanto que nem sei como aguentei... Na verdade eu sei, sim. No meio
do caminho começou a chover, mas como estava o maior frio do mundo o que caía
era neve... Pronto! Foi o suficiente para minha dor passar e eu começar a pular
que nem criança e gritar para o meu marido “Rô, ta nevando. Tá nevando, Rô!” Eu
rio de mim mesma até agora sempre que me lembro disso, mas foi uma das maiores
alegrias da minha vida. Ê menina bocó!
Enfim, as fotos do Louvre à noite
Louvre
Louvre
No dia seguinte fomos para o Louvre[14]
de novo, agora para visitar. Não preciso nem dizer que é lá onde está a Mona
Lisa[15], né? Lá
também está: Vitória de Samotrácia[16], Vênus de Milo[17], O Escriba Sentado[18], o Código de Hamurabi[19], a
pintura A Liberdade Guiando o Povo[20] e
muitas outras obras.
Você também pode visitar os
luxuosos aposentos de Napoleão, antiguidades egípcias, gregas, romanas etc. etc.
etc. Resumindo: o museu é simplesmente enorme enorme enorme. E sensacional,
claro!
Ah, não posso me esquecer da
pirâmide invertida...
O bilhete custa 12 euros (site
oficial: http://www.louvre.fr/horaires-et-tarifs/tarifs#tabs),
mas nosso Museum Pass cobriu essa também.
Louvre
Entrada do Louvre
Mona Lisa
Vitória de Samotrácia
O Escriba Sentado
Vênus de Milo
Múmia
Código de Hamurabi
Aposento de Napoleão
E se tirar todas as obras do
Louvre, ainda assim seria um belíssimo museu, só pelos tetos...
Louvre
Louvre
Louvre
E por fim a pirâmide invertida...
Louvre
Louvre
Próximo ao Louvre está o Arco do Triunfo do Carrossel[21],
feito em homenagem ao grande exercito de Napoleão. A quadriga (carroça de
quatro cavalos) que está no topo é uma cópia dos Cavalos de Bronze de Constantino[22], que
ficam na Catedral de São Marcos em Veneza. A quadriga original chegou a ser
trazida de Veneza por Napoleão a título de “tesouro de guerra” e foi colocado
sobre o Arco. Após a queda de Napoleão, em 1815, a França a devolveu e colocou
uma cópia em seu lugar.
Arco do Triunfo do
Carrossel
Seguimos então para a Pont de
Arts, onde casais do mundo inteiro, jurando amor eterno, prendem cadeados à
ponte e jogam a chave no rio Sena, na certeza de ficarem juntos para sempre.
É claro que nós também colocamos
o nosso cadeado... Joguei a chave bem longe, Eurico, já era!
Pont des Arts
Pont des Arts
Pont des Arts
Nosso cadeado
Jogando a chave
Nosso cadeado na Pont
des Arts
Continuamos sentido à Ilha de la
Cité para visitar a Sainte Chapelle
e a Catedral de Notre Dame.
A Sainte Chapelle[23]
é uma catedral de estilo gótico construída no século XIII. O objetivo de sua
construção era que abrigasse algumas relíquias como a cora de espinhos usada
por Jesus, um pedaço da Santa Cruz, a lança e a esponja da Paixão de Cristo. Atualmente,
essas relíquias estão guardadas na catedral de Notre Dame.
Seus impressionantes vitrais
retratam o Gênese, o Êxodo, o livro dos Números, o livro de Josué, o livro dos
Juízes, o livro de Isaias, São João Batista e a infância de Jesus, a Paixão de
Cristo, a vida de São João Batista, o livro de Daniel, o livro de Ezequiel, os
livros de Jeremias e de Tobias, os livros de Rute e Jó, o livro de Esther, os
livros de Reis e a historia das relíquias da Paixão.
O ingresso custa 8,5 euros (site
oficial: http://sainte-chapelle.monuments-nationaux.fr/).
Faz parte do Museum Pass.
Sainte Chapelle
Sainte Chapelle
Sainte Chapelle
Sainte Chapelle
A Catedral de Notre Dame[24] é uma
das mais antigas catedrais francesas de estilo gótico, com construção iniciada
em 1163. Apesar disso, devido às reconstruções e reformas que foram ocorrendo
durante o tempo, há presença de outros estilos, como o barroco.
Seu nome, Notre Dame, significa
Nossa Senhora. Já foi palco da coroação do rei Henrique VI da Inglaterra,
durante a Guerra dos Cem Anos e do
imperador Napoleão. Foi lá que ocorreu beatificação de Joana d’Arc.
Na praça ao lado já foram queimados vivos, ao
mando do Papa Clemente V, pessoas acusadas de adoração ao demônio,
homossexualidade, blasfêmia etc.
A catedral é também o cenário do
romance de Victor Hugo, O Corcunda de
Notre Dame.
O marco zero da cidade está bem à
frente da catedral, mas quando fomos tinha uma arquibancada bem em cima. Ah, e
tem as gárgulas também, no topo...
O acesso à catedral é gratuito,
mas para ver a vista da torre custa 8,50 euros (site oficial: http://notre-dame-de-paris.monuments-nationaux.fr/fr/bdd/page/visites),
está coberto pelo Museum Pass.
Catedral de Notre
Dame
Catedral de Notre
Dame
Nave da Catedral de
Notre Dame
Vitral da Catedral de
Notre Dame
Fachada do vitral, Catedral
de Notre Dame
Vista do topo da
torre da Catedral de Notre Dame
Gárgulas da Catedral
de Notre Dame
Quando saímos de lá, já tinha
escurecido e, como já tínhamos visto vistas diurnas de Paris, decidimos subir
na Torre Eiffel para uma vista noturna da cidade luz.
No caminho passamos pela Ponte Alexandre III, toda decorada com
querubins, ninfas e cavalos alados...
Ponte Alexandre III
Ponte Alexandre III
Ponte Alexandre III
Seguimos para Torre Eiffel pelo Campo de Marte. A
torre tem três andares, mas no dia que fomos o terceiro não estava funcionando
devido ao tempo. Por isso, o ingresso custou 8,50 euros. Para ir até o ultimo
andar custa 14 euros (site oficial: http://www.tour-eiffel.fr/).
Estava um frio danado lá em cima
porque estava nevando... Neve, êêêê!!! Não preciso nem falar como eu fiquei...
Torre Eiffel vista do
Campo de Marte
Torre Eiffel vista do
Campo de Marte
Torre Eiffel vista do
Campo de Marte
Torre Eiffel
Torre Eiffel (ela
fica piscando por cinco minutos a cada hora à noite)
Vista do segundo
andar da Torre Eiffel
Palais de Chaillot
visto da Torre Eiffel
A neve e a boboca
A
neve e a boboca
No dia seguinte, pela manhã, fomos
passear no Jardim de Luxemburgo...
Jardim de Luxemburgo
Jardim de Luxemburgo
Depois passamos pelo Moulin Rouge...
Moulin Rouge
...e pelo Café des 2 Moulins, onde se passou grande parte do sensacional
filme O fabuloso destino de Amélie Poulain.
Café des 2 Moulins
Passando pelas ruas de Montmartre,
pelas lojinhas e cafés, seguimos para a Basílica
Sacré-Cœur. A escada para chegar até lá era de chorar... Acho até que eu
chorei mesmo... Aiai meu joelho...
Montmartre
Escada para a
basílica
Basílica de Sacré-Cœur
Basílica de Sacré-Cœur
Vista da Basílica de
Sacré-Cœur
Basílica de Sacré-Cœur
No dia seguinte saímos bem
cedinho para pegar metro, ônibus e avião para Roma... Acho que ficamos muito
pouco tempo em Paris, deixamos de ver várias coisas importantes: Palácio de
Versalhes, Praça da Bastilha, cemitérios, catacumbas, museus, a Disneylândia de
Paris... Mas é como dizem: uma vida inteira não seria suficiente para conhecer
Paris!
Indo embora: metrô
Indo embora:
aeroporto
Vista do avião: NEVE!
Espero voltar. Até breve
Parrríííí!!!
[1]
http://www.pariscityvision.com/pt/paris/pracas-de-paris/praca-de-trocadero,
acessado em 10/02/2013.
[2]
http://viverparis.blogspot.pt/2008/11/11-de-novembro-dia-do-armistcio.html,
acessado em 10/02/2013.
[3]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Palais_de_Chaillot,
acessado em 10/02/2013. http://hojeconhecemos.blogs.sapo.pt/76509.html,
acessado em 10/02/2013.
[4]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_de_Marte_(Paris),
acessado em 10/02/2013.
[5]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_do_Triunfo_(Fran%C3%A7a),
acessado em 10/02/2013.
[6]
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/imperio-napoleonico/imperio-napoleonico.php,
acessado em 10/02/2013. http://enciclopedia.us.es/index.php/Armisticio_de_Znaim_(1809),
acessado em 10/02/2013. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Viena,
acessado em 10/02/2013.
[7]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Champs-%C3%89lys%C3%A9es,
acessado em 10/02/2013.
[8]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_Conc%C3%B3rdia,
acessado em 10/02/2013.
[9]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa,
acessado em 10/02/2013.
[10]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Obelisco_de_Luxor,
acessado em 10/02/2013.
[11]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%A3o_(Paris),
acessado em 10/02/2013.
[12]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Orsay,
acessado em 10/02/2013.
[13]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Georges_Pompidou,
acessado em 10/02/2013.
[14]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Louvre,
acessado em 10/02/2013.
[15]
Mais info: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mona_Lisa.
[17]
Mais info: http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A9nus_de_Milo.
[18]
Mais info: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Escriba_Sentado.
[21]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_do_Triunfo_do_Carrossel,
acessado em 11/02/2013
[22]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalos_de_S%C3%A3o_Marcos,
acessado em 11/02/2013.
[23]
http://viverparis.blogspot.pt/2008/11/sainte-chapelle.html,
acessado em 11/02/2013.
[24]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Notre-Dame_de_Paris,
acessado em 11/02/2013.















Que lugares fantásticos.
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