PARIS

Chegamos em Paris no dia 12 de janeiro de 2013, pela manhã. O aeroporto em que descemos era o mais distante, afinal, tínhamos voado de Ryanair. Então, pegamos o ônibus do aeroporto Beauvais até à estação Porte Maillot em Paris. O traslado custou 15 euros e é bem fácil de achar onde pegar o ônibus, pois só tem esse no aeroporto.

Na estação de Porte Maillot pegamos um metro até à estação Pigalle, que era próxima do nosso hotel. O bilhete que escolhemos era com 10 passes e custava 12,70 euros. Durante os 5 dias que ficamos em Paris compramos 3 vezes esse passe, ou seja, que deu direito a 30 viagens de metro. Isso para duas pessoas.

Há outros tipos de bilhete, como um que você faz viagens sem limite e custa 9,75 euros por dia. Cada pessoa tem que fazer um estudo para saber o que vale mais a pena. Se você gosta de andar (e é o que eu mais gosto de fazer nas viagens) talvez você use pouco o metro, logo, vale mais ter os bilhetes avulsos. O site oficial do metro de Paris é: http://www.ratp.fr/.

Tem gente que torce o nariz para o metro, mas em Paris, além de eficientes, as estações são pontos turísticos imperdíveis, parecem até museus abertos.

Ficamos no Hotel Du Moulin (site oficial: http://www.hotel-du-moulin-paris.com/), bem simples, mas o suficiente para quem vai usar o hotel só para dormir. O preço é bom, o hotel é limpo e o pessoal bem simpático. Além disso, o melhor é a localização, fica no bairro Montmartre, perto de mercadinhos, restaurantes, lanchonetes e de duas estações de metro: Pigalle e Abesses.

Na verdade, não fizemos a reserva pelo site oficial, utilizamos o site www.booking.com, pois lá há comentários de outros hóspedes, pontuação, fotos e às vezes promoções.

Depois de deixarmos as malas no hotel, pegamos um metrô e descemos na Praça do Trocadero e do Onze de Novembro[1], que se abre pela Esplanada dos Direitos Humanos e de onde fomos surpreendidos com a impressionante e maravilhosa vista da Torre Eiffel (lá é um dos melhores lugares para tirar fotos da torre).

O Onze de Novembro é uma data muito importante para a França (e outros países também), pois comemora o Dia do Armistício[2], quando foi assinado, em 1918, o tratado que pôs fim às hostilidades entre os países na Primeira Guerra Mundial. Na Praça do Trocadero é possível ver algumas memórias da guerra.

No topo da colina, o Palais de Chaillot[3] - construído para a Exposição Internacional de Paris de 1937 – abriga o Museu do Homem, o Museu da Marinha, o museu Cidade da Arquitetura e do Patrimônio e o Teatro Nacional de Chaillot.

Foi no Palácio de Chaillot que, em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Praça do Trocadero

Museu do Homem e da Marinha

Museu do Homem e da Marinha

Torre Eiffel vista da Praça do Trocadero

Palais de Chaillot visto dos Jardins do Trocadero

Depois de tirarmos um zilhão de fotos da Torre Eiffel, descemos pelo Jardim do Trocadero, que, com sua Fonte de Varsóvia com vinte canhões de água, forma uma linda cascata.

Jardim do Trocadero

Jardim do Trocadero

Jardim do Trocadero
  
De lá passamos pelo rio Sena e fomos dar olhadinha na Torre Eiffel, como já estava escurecendo e não sabíamos se queríamos ver a vista durante o dia ou à noite, decidimos voltar outro dia.
Seguimos pelo Campo de Marte[4] (Champ de Mars), cujo nome é em homenagem ao deus romano da guerra. Era utilizado pelo exercito francês como campo de treinamento. Possui 24,5 hectares e de lá se tem uma bela vista da Torre Eiffel também. Já foi palco do Massacre do Campo de Marte, quando 50 pessoas morreram pelas mãos da guarda nacional, que ateou fogo contra a multidão que pedia a remoção do rei Luís XVI.

Confesso que quando estávamos passeando pelo Campo de Marte eu falei para o meu esposo: “isso aqui deve ser bonito no verão, não é, Rô”? J

Rio Sena

Rio Sena e a Torre Eiffel

Torrei Eiffel

Campo de Marte

À noite fomos dar uma voltinha na Galeries Lafayette... Mas não compramos nada porque mochileiro vê com os olhos e lambe com a testa!!! Valeu a visita mesmo assim porque é muito bonita. O teto ficava até mudando de cor, o que deixou a menina do interior aqui boba quando percebeu isso... (hehehe)

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette

Galeries Lafayette


 No dia seguinte, descemos na estação Gare Du Nord e tomamos um café no Mc de frente... Que saudade do croissant quentinho e amanteigado de Paris... Enfim, a estação é bem bonita...

Estação Gare Du Nord

Estação Gare Du Nord

Depois de tomarmos café pegamos um metro para a Praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo.

O Arc de Triomphe[5] foi construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte. Aliás, foi ele próprio, quando era imperador, que ordenou sua construção, em 1806. Na obra, que levou 30 anos para ter seus 50 metros de altura prontos, estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais.

A fachada leste retrata a partida e a oeste o retorno das tropas imperiais. Em um dos relevos está O Triunfo de Napoleão, em que ele é coroado pela Vitória e reverenciado pela extinta Monarquia, representando a paz e conquista napoleônica obtidos com o Tratado de Viena[6] de 1809.

Sob o arco está o Túmulo do Soldado Desconhecido, em homenagem a todos os soldados que morreram na Primeira Grande Guerra. Na lápide está escrito "Ici repose un soldat français mort pour la France (1914-1918)" – “Aqui jaz um soldado francês que morreu pela França (1914-1918)”.
Do arco nascem 12 avenidas, inclusive a Champs Elysées. Para subir e ver a vista custa 8 euros (site oficial: http://www.arcdetriompheparis.com/). Nós compramos um passe, o Paris Museum Pass, que custou 39 euros para dois dias. Com ele pudemos entrar em vários museus, inclusive sem pegar fila. Valeu muito a pena, o site oficial é: http://www.parismuseumpass.com/.

Bom, voltando à parte da subida. Na noite anterior meu joelho tinha dado uma fisgada das boas e a subida não foi legal. Meu joelho só sarou mesmo uns 15 dias depois, quando chegamos em casa... Fui muito “macho” nessa viagem haha!

Arco do Triunfo

Do lado esquerdo da foto está o Triunfo de Napoleão, no Arco do Triunfo

Túmulo do soldado desconhecido, no Arco do Triunfo

Escadinha amiga para ver a vista do Arco do Triunfo

De lá seguimos pela Champs Elysées[7], cheia de lojas luxuosas, cafés, cinemas etc. Eu esperava mais glamour de “la plus belle avenue du monde” (“a avenida mais bela do mundo”)... Se calhar é mais bonita no verão...

No filme Meia Noite em Paris, o Gil (Owen Wilson) sempre diz que Paris é ainda mais bonita quando está chovendo... eu amei Paris, mas torci tanto pra sair um solzinho porque eu só vi mesmo foi a visão do Gil.

Champs Elysées, vista do Arco do Triunfo

Champs Elysées, vista da praça Charles de Gaulle

Champs Elysées

Champs Elysées

Champs Elysées

Vai encarar esse amigo passeando ao seu lado na Champs Elysées?

Andamos toda a Avenida dos Campos Elíseos. Ao final, chegamos até a Praça da Concórdia[8], que foi palco de grandes acontecimentos da história da França.

A princípio se chamava Praça Luis XV, mas foi rebatizada de Praça da Revolução, durante a Revolução Francesa[9], e mais tarde para Praça da Concórdia. Nela foram guilhotinas mais de mil pessoas, entre elas o rei Luís XVI, Maria Antonieta e Ropespierre.

Em 1836, o Obelisco de Luxor, que marcava a entrada do Palácio de Ramsés II, foi trazido do Egito para a França. Foi um oferecimento do governo egípcio em agradecimento aos trabalhos realizados pelo francês Champollion, primeiro tradutor dos hieróglifos. Foi colocado na Praça da Concórdia porque não lembraria nenhum acontecimento político. Com 23 metros de altura, o Obelisco de Luxor[10] tem mais de 3300 anos e pesa 230 toneladas.

Na praça há ainda duas fontes, uma de cada lado do obelisco: a Fonte dos Mares e a Fonte dos Rios. Em cada canto da praça há também uma estátua representando cidades francesas.

Praça da Concórdia

Obelisco de Luxor na Praça da Concórdia

Fonte dos Mares na Praça da Concórdia

Da Praça da Concórdia se vê a Igreja de la Madeleine, que impressiona pela grandiosidade da arquitetura, tanto por fora como por dentro.

Igreja de la Madeleine

Igreja de la Madeleine

De lá pegamos um metrô rumo ao Pantheon[11], onde estão sepultados grandes nomes da história francesa, como Jean-Jacques Rousseau, Marie Curie e seu marido Pierre Curie, René Descartes, Victor Hugo e Voltaire.

O ingresso custa 7 euros (site oficial: http://www.pantheonparis.com/), mas como tínhamos o Museum Pass não precisamos pagar.

Pantheon

Pantheon

Sepultura Voltaire, Pantheon

Sepultura Victor Hugo, Pantheon

Sepultura Rousseau, Pantheon

Pegamos um metrô e fomos para o Museu d’Orsay[12], cujo edifício já foi uma estação ferroviária, a Gare d’Orsay, que deixou uma bela recordação: o relógio. O museu possui pinturas e esculturas de artistas como Edgar Degas, Delacroix, Van Gogh, Manet, Monet, Renoir, Rodin e muitos outros.

O ingresso custa 9 euros, mas o museu também faz parte do Museum Pass. Site oficial: http://www.musee-orsay.fr/.

Museu d’Orsay

Outro relógio do museu, como vista para o rio Sena

Passeamos pelo Jardim des Tuileries que era ali perto e seguimos (de metrô) para o Pompidou.

Jardim des Tuileries

O Centro Nacional de Arte e cultura Georges Pompidou[13] foi fundado em 1977 e abriga museus, teatros, biblioteca etc. As exposições são de arte contemporânea.

Existem vários tipos de ingresso (site oficial: http://www.centrepompidou.fr/), para coleções permanentes e especiais. Quando fomos estava tendo uma exposição especial do Salvador Dalí, mas o Museum Pass só permitia acesso à coleção permanente.

Não sei se estávamos cansados, com fome, sei lá o que... Mas na hora achamos besteira pagar mais 13 euros cada para ver a exposição. Depois nos arrependemos tanto, mas já era tarde demais...  Arrependemos-nos na terça-feira e o Pompidou não abre às terças... Mancada nossa. Foi mal, Dalíííí!

Visitamos a exposição permanente e depois paramos pra tomar um café...

Pompidou

Pompidou

Pompidou

Energias recarregadas (mais ou menos!), como estávamos perto do Louvre, resolvemos ir até lá a pé para tirar umas fotos à noite.

Estava um frio tão grande e minha perna doía tanto que nem sei como aguentei... Na verdade eu sei, sim. No meio do caminho começou a chover, mas como estava o maior frio do mundo o que caía era neve... Pronto! Foi o suficiente para minha dor passar e eu começar a pular que nem criança e gritar para o meu marido “Rô, ta nevando. Tá nevando, Rô!” Eu rio de mim mesma até agora sempre que me lembro disso, mas foi uma das maiores alegrias da minha vida. Ê menina bocó!

Enfim, as fotos do Louvre à noite

Louvre

Louvre

No dia seguinte fomos para o Louvre[14] de novo, agora para visitar. Não preciso nem dizer que é lá onde está a Mona Lisa[15], né? Lá também está: Vitória de Samotrácia[16], Vênus de Milo[17], O Escriba Sentado[18], o Código de Hamurabi[19], a pintura A Liberdade Guiando o Povo[20] e muitas outras obras.

Você também pode visitar os luxuosos aposentos de Napoleão, antiguidades egípcias, gregas, romanas etc. etc. etc. Resumindo: o museu é simplesmente enorme enorme enorme. E sensacional, claro!

Ah, não posso me esquecer da pirâmide invertida...

O bilhete custa 12 euros (site oficial: http://www.louvre.fr/horaires-et-tarifs/tarifs#tabs), mas nosso Museum Pass cobriu essa também.

Louvre

Entrada do Louvre

Mona Lisa

Vitória de Samotrácia

O Escriba Sentado

Vênus de Milo

Múmia

Código de Hamurabi

Aposento de Napoleão

E se tirar todas as obras do Louvre, ainda assim seria um belíssimo museu, só pelos tetos...

Louvre

Louvre

Louvre

E por fim a pirâmide invertida...

Louvre

Louvre

Próximo ao Louvre está o Arco do Triunfo do Carrossel[21], feito em homenagem ao grande exercito de Napoleão. A quadriga (carroça de quatro cavalos) que está no topo é uma cópia dos Cavalos de Bronze de Constantino[22], que ficam na Catedral de São Marcos em Veneza. A quadriga original chegou a ser trazida de Veneza por Napoleão a título de “tesouro de guerra” e foi colocado sobre o Arco. Após a queda de Napoleão, em 1815, a França a devolveu e colocou uma cópia em seu lugar.

Arco do Triunfo do Carrossel

Seguimos então para a Pont de Arts, onde casais do mundo inteiro, jurando amor eterno, prendem cadeados à ponte e jogam a chave no rio Sena, na certeza de ficarem juntos para sempre.
É claro que nós também colocamos o nosso cadeado... Joguei a chave bem longe, Eurico, já era!  

Pont des Arts

Pont des Arts

Pont des Arts

Nosso cadeado

Jogando a chave

Nosso cadeado na Pont des Arts

Continuamos sentido à Ilha de la Cité para visitar a Sainte Chapelle e a Catedral de Notre Dame.

A Sainte Chapelle[23] é uma catedral de estilo gótico construída no século XIII. O objetivo de sua construção era que abrigasse algumas relíquias como a cora de espinhos usada por Jesus, um pedaço da Santa Cruz, a lança e a esponja da Paixão de Cristo. Atualmente, essas relíquias estão guardadas na catedral de Notre Dame.

Seus impressionantes vitrais retratam o Gênese, o Êxodo, o livro dos Números, o livro de Josué, o livro dos Juízes, o livro de Isaias, São João Batista e a infância de Jesus, a Paixão de Cristo, a vida de São João Batista, o livro de Daniel, o livro de Ezequiel, os livros de Jeremias e de Tobias, os livros de Rute e Jó, o livro de Esther, os livros de Reis e a historia das relíquias da Paixão.

O ingresso custa 8,5 euros (site oficial: http://sainte-chapelle.monuments-nationaux.fr/). Faz parte do Museum Pass.

Sainte Chapelle

Sainte Chapelle

Sainte Chapelle

Sainte Chapelle

A Catedral de Notre Dame[24] é uma das mais antigas catedrais francesas de estilo gótico, com construção iniciada em 1163. Apesar disso, devido às reconstruções e reformas que foram ocorrendo durante o tempo, há presença de outros estilos, como o barroco.

Seu nome, Notre Dame, significa Nossa Senhora. Já foi palco da coroação do rei Henrique VI da Inglaterra, durante a Guerra dos Cem Anos e do imperador Napoleão. Foi lá que ocorreu beatificação de Joana d’Arc.

Na praça ao lado já foram queimados vivos, ao mando do Papa Clemente V, pessoas acusadas de adoração ao demônio, homossexualidade, blasfêmia etc.

A catedral é também o cenário do romance de Victor Hugo, O Corcunda de Notre Dame.

O marco zero da cidade está bem à frente da catedral, mas quando fomos tinha uma arquibancada bem em cima. Ah, e tem as gárgulas também, no topo...

O acesso à catedral é gratuito, mas para ver a vista da torre custa 8,50 euros (site oficial: http://notre-dame-de-paris.monuments-nationaux.fr/fr/bdd/page/visites), está coberto pelo Museum Pass.

Catedral de Notre Dame

Catedral de Notre Dame

Nave da Catedral de Notre Dame

Vitral da Catedral de Notre Dame

Fachada do vitral, Catedral de Notre Dame

Vista do topo da torre da Catedral de Notre Dame

Gárgulas da Catedral de Notre Dame

Quando saímos de lá, já tinha escurecido e, como já tínhamos visto vistas diurnas de Paris, decidimos subir na Torre Eiffel para uma vista noturna da cidade luz.

No caminho passamos pela Ponte Alexandre III, toda decorada com querubins, ninfas e cavalos alados...

Ponte Alexandre III

Ponte Alexandre III

Ponte Alexandre III

Seguimos para Torre Eiffel pelo Campo de Marte. A torre tem três andares, mas no dia que fomos o terceiro não estava funcionando devido ao tempo. Por isso, o ingresso custou 8,50 euros. Para ir até o ultimo andar custa 14 euros (site oficial: http://www.tour-eiffel.fr/).

Estava um frio danado lá em cima porque estava nevando... Neve, êêêê!!! Não preciso nem falar como eu fiquei...

Torre Eiffel vista do Campo de Marte

Torre Eiffel vista do Campo de Marte

Torre Eiffel vista do Campo de Marte

Torre Eiffel

Torre Eiffel (ela fica piscando por cinco minutos a cada hora à noite)

Vista do segundo andar da Torre Eiffel

Palais de Chaillot visto da Torre Eiffel

A neve e a boboca

A neve e a boboca

No dia seguinte, pela manhã, fomos passear no Jardim de Luxemburgo...

Jardim de Luxemburgo

Jardim de Luxemburgo

Depois passamos pelo Moulin Rouge...

Moulin Rouge

...e pelo Café des 2 Moulins, onde se passou grande parte do sensacional filme O fabuloso destino de Amélie Poulain.

Café des 2 Moulins

Passando pelas ruas de Montmartre, pelas lojinhas e cafés, seguimos para a Basílica Sacré-Cœur. A escada para chegar até lá era de chorar... Acho até que eu chorei mesmo... Aiai meu joelho...

Montmartre

Escada para a basílica

Basílica de Sacré-Cœur

Basílica de Sacré-Cœur

Vista da Basílica de Sacré-Cœur

Basílica de Sacré-Cœur

No dia seguinte saímos bem cedinho para pegar metro, ônibus e avião para Roma... Acho que ficamos muito pouco tempo em Paris, deixamos de ver várias coisas importantes: Palácio de Versalhes, Praça da Bastilha, cemitérios, catacumbas, museus, a Disneylândia de Paris... Mas é como dizem: uma vida inteira não seria suficiente para conhecer Paris!

Indo embora: metrô

Indo embora: aeroporto

Vista do avião: NEVE!

Espero voltar. Até breve Parrríííí!!!



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